
Hoje o dia não foi tão simples, mas teve coisas boas. A melhor dela foi chegar ao EFE para O Caminho do Canto. Só isso já é motivo suficiente para não reclamar. Também reli rapidamente as três primeiras postagens do Corredor de Memórias.
Tinha uma regra de publicar cedo. Agora eu tenho publicado antes de dormir. Vou tentar mudar o horário para de manhã (talvez). Gosto da primeira foto do processo. O corredor de dá pra sala.
Também contei que tinha medo de sair da sala de noite e seguir para o quarto com as luzes apagadas. Frio na espinha. A Pequena Maria deve ter algo a dizer. Na segunda, depois do estudo de corpo com a Cacá, depois da ativação dos olhos, acredito que teria uma outra percepção do medo. Acredito que as costas ganharam mais força. Vou ter que estudar isso rolando no chão, pensando nos oitos, imprimindo a bacia e cabeça pelo chão.
Na segunda postagem eu falei sobre objetos que eu tenho e que habitaram o apartamento que vivi os primeiros 20 anos da minha vida. Falo também de outro medo: de tocar violão.
Na terceira postagem, o encontro com o inesperado. Mas também uma frase que passo agora para cá:
"Corredor também é corpo. O corpo é espaço que a luz finge revelar, mas confunde."
Pensei no meu corpo nesse novo processo.Tem algo a se revelar, mas ainda confunde. O corpo é cheio de lapsos como a mulher que some na luz. Não é a luz que desfoca o corpo, é o corpo que desfoca a luz.
Pensando bem:
Acho que o dia nem foi tão difícil assim!
Vídeo da mulher que some na luz ou da luz que some na mulher: